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31 março 2013

Mini Fic - Lfe Choices - Parte 9(última parte)

Dois dias depois, Demi recebeu uma carta, ela franziu o cenho, estranhando e já que estava sozinha em casa pela primeira vez em sua vida, abriu-a e leu:

"Faz quase um mês que não nos falamos, quase um mês que eu não te vejo, e durante todo esse tempo eu não consegui parar de pensar em você, acredite. Mas você me evitou, na loja, perto do seu curso, ou em todas as vezes que nos encontramos na rua e você me via, sempre se desviando.
Eu soube do seu irmão e sinto muito por tudo o que te aconteceu, Demi, se duvidar, até pergunte a ele se eu não o visitei, pedi que ele guardasse segredo, queria eu mesmo te contar isso!
Ah, por favor, dê os parabéns à sua mãe por mim, soube que ela expulsou seu pai de casa, já era mesmo a hora! Espero que tudo dê certo pra vocês daqui em diante!
Enfim, essa carta, na verdade, era pra eu te convidar pro velório do meu pai que vai acontecer hoje à tarde, às 17:00, e como as notícias ruins voam eu tenho certeza de que você já sabia que ele morreu, e, acredite ou não, a última coisa que ele fez foi pedir perdão por tudo o que te disse!
Achei que você gostaria de saber...
Eu só queria dizer que...eu queria muito te ver de novo!

Ass: Joe."

Ela abaixou o papel e relembrou das tardes que passou com o autor da carta, cheias de risadas, cócegas, brincadeiras, ar livre, sorvete, correria, beijos, carinho e principalmente...sorrisos. Época que não teve que chorar pra aliviar suas dores, simplesmente teria que sorrir que tudo dava certo, era indescritível o sabor de felicidade e de ser amada que dançou graciosamente por sua boca, até aliviar seu coração, desenhar seus sonhos e fazer seus olhos brilharem. Suspirou. Pensou, e então tomou uma decisão.
- Eu vou!

É estranho, quando você procura uma roupa adequada, elas se rebelam no seu guarda-roupas e nunca servem! Na única vez em que Demetria estava preocupada com sua aparência, não havia nada a vestir!
Mas de tanto insistir, acabou por encontrar algo que ao menos caísse bem nela, era de sua mãe, mas servia!
Saiu de casa às 16:15, ainda estava no horário.
Chegou no local e haviam várias pessoas de preto, umas chorando, inconsoláveis perto do caixão, como Denise, outras tocavam uma música triste e outras...bem, outras estavam sozinhas em um canto, olhando o horizonte pela janela.
- Eu ficava olhando as nuvens pela janela quando era criança e imaginava...como seria voar! - Demi disse, com um meio sorriso e ele se virou, sorrindo pra ela.
- Você veio!
- Eu tinha que vir!

Ele respirou fundo, ainda com as mãos dentro dos bolsos da calça, estudou os próprios pés por uns segundos e se aproximou dela.
- Eu senti sua falta... - ele disse.
- Eu sei! - e então foi analisada, por um par de olhos que não conseguia deixar de tentar reproduzir essa imagem em sua mente toda vez que pensava nela - e eu também senti a sua!

Joseph parecia duro perante a morte do pai, como se isso não o abatesse, mas ele chorara feito um menino todas as noites depois que soube, agora não haveria mais O QUE chorar. As lágrimas esgotaram e ele estava inerte.
Conversaram por mais uns minutos sobre assuntos aleatórios, até que anunciaram que finalmente iriam enterrar o corpo. Então todos partiram para o cemitério, para mais uma sessão de lágrimas e orações até Paul Jonas ir para sempre.
- Obrigada por vir, querida, significou muito pra mim! - Denise agradeceu.
- Que isso, eu tinha que vir, era minha obrigação!
- Mas nem todos cumprem com suas obrigações! - a abraçou e saiu, deixando Demi com Joseph.
- Ela está grávida! - Joe sussurrou para Demi que arregalou os olhos, virando subitamente para ele.
- Sério?
- Uhum! - assentiu - ela tem estado com enjoos frequentes e como ela sempre está seguindo uma dieta para a saúde, duvido que não esteja!
- Também acho!

Um silêncio reinou por alguns segundos quando ficaram sozinhos na porta do cemitério.
- Aceita sair comigo...de novo? - sorriso iluminou o rosto da jovem.
- Aceito!

"A vida é feita de escolhas, algumas mudaram seu dia, outras mudaram sua vida. A minha vida se resume em nove escolhas, não me arrependo de nenhuma delas, pois até as ruins me ensinaram a viver! E por mais que muitas coisas me façam querer desistir, a minha escolha final sempre será seguir em frente!" - Thalya Santos

Fim!

Bom gente, essa foi a minha segunda Mini Fic, eu espero de coração que tenham gostado!
Eu pus muita coisa da minha vida nessa mini, na verdade as únicas situações dessa fic pelas quais não passei foi ser humilhada pelo pai do cara que gosto e fugir escondida de casa, mas foi só, então eu realmente me espelhei pra escrever isso!
Agora a música tema, a música que eu ouço todos os dias pra me fazer ter fé pra levantar:
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Beijos!

30 março 2013

Mini Fic - Life Choices - Parte 8 + divulgação


Por que Paul Jonas estava naquele hospital?
Muito simples, mas vou deixar que ele mesmo conte isso.
Quando chegou em casa naquela tarde, sua cabeça estava a mil por hora, vários pensamentos o rondavam e ele não tinha ideia de qual escolher, mas sabia que uma decisão teria de tomar e era muito melhor concertar seus erros agora, antes tarde do que nunca.
- Oi, meu amor! - disse, abraçando a esposa por trás que estava apenas olhando alguns porta-retratos na cabeceira da cama, lágrimas leves descendo pelos cantos dos olhos, causadas pela saudade de tempos que não voltam, infelizmente.
- Oi, querido, voltou cedo! - a mulher observou.
- Tive alguns problemas... - mentiu, depois de beijar o pescoço delicado da dama, então notou algo - por que estava chorando? - ela se limpou rapidamente, forçando um sorriso - não adianta, eu vi!
- Não é nada...como foi no trabalho?
- Tudo normal...Denise...olha pra mim! - pediu, meio que penalizado - eu te amo e sempre, sempre vou te amar, nunca duvide disso, ouviu? Você me deu o maior presente do mundo ao dar a luz àquele menino o qual eu sinto tanto orgulho. Eu amo você! - lágrimas brotavam do rosto de ambos enquanto as palavras de Paul eram proferidas, mas por motivos diferentes.

Um beijo ardente, tanto de saudade quanto de culpa surgiu ali, era o que Denise tanto precisava. Coitada! Mau sabia ela que era apenas uma despedida...
A tarde foi apenas para dois amantes naquele quarto, aproveitando e resgatando todo tempo que tinham perdido, mas ele ainda tinha mais alguns erros que concertar e não haveria mais tempo a perder. Esperou Joseph mais umas horas até que ele chegou da escola, então se sentou pra conversar com o garoto que obviamente estava achando tudo muito estranho, mas concordou mesmo assim.
- Primeiramente eu queria te pedir desculpas por tudo o que te fiz até agora, Joseph, sinceramente eu não sabia que estava sendo um pai tão ruim...- foi interrompido.
- Eu sei que você só fez tudo isso porque queria o meu bem e sei que foi tudo só uma reflexão do que seu pai lhe ensinou, eu sei disso tudo, e não o culpo!
- Não?
- Não! Por que culparia? Você só tá fazendo o seu trabalho de pai, talvez eu não saiba mesmo o que é melhor pra mim e talvez eu ainda vá precisar do senhor por mais alguns anos, então por que reclamar?
- Meu filho, não é bem assim, escuta, nós pais não somos perfeitos, e eu devia ter consciência disso muito antes de ter cometido todos aqueles erros, inclusive com sua namorada!
- O que é que tem a Demi?
- Ela é uma boa garota e eu a julguei mau...me desculpe!
- Pai, você tá bem?
- Não importa, eu só...não quero que você seja como eu fui em toda minha vida, cego pelo dinheiro e não reconhecendo o que realmente vale à pena! Me desculpe, meu filho! Eu te amo, e quero que nunca se esqueça disso, tá bem? - se levantou e Joe também, abraçando o pai.
- Obrigado! - sussurrou o garoto, ao ouvido do pai que apenas se aliviou por ele ter entendido.

Naquela noite, às 21:00, Paul saiu de casa, indo em direção a uma paisagem na cidade, usando apenas uma roupa de frio. Ele ficou esperando, esperando...até que a morte chegou, e ele a recebeu de bom grado, sendo levado lentamente para outro plano...
Muitas pessoas aproveitam a vida como se não houvesse amanhã, porque realmente pode não haver, outras acham que o amanhã nunca chegará. Mas Paul teve a sorte de saber quando esse amanhã chegaria e aproveitou o HOJE para se redimir e assim, aproveitou sua vida plena na eternidade do paraíso!
Descanse em paz!

Próxima parte...

Gente, eu escrevi esse capítulo sem pensar nessa música, mas estava escutando hoje e percebi que é perfeita pra essa parte:

bom, esse foi o único vídeo que eu consegui por com a tradução!
Divulgação: Behind these hazel eyes
Dois mundos colidem
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Beijos

29 março 2013

Mini Fic - Life Choices - Parte 7

Mike foi levado pelo braço por Patrick de volta para casa, enraivado até o pescoço. Coitado, só queria se divertir um pouco. E então foi largado no chão.
- O QUE VOCÊ TAVA FAZENDO LÁ FORA, HEIM?! EU NÃO DISSE QUE VOCÊ ESTAVA DE CASTIGO POR TER FUGIDO?
- Eu sei, pai, me desculpa, é só que...eu tive curiosidade!
- CURIOSIDADE É O CACETE, AGORA VOCÊ VAI APRENDER A ME OBEDECER!

E partiu pra cima do garoto, deixando toda a raiva se expressar dolorosamente na pele de Mike, distribuindo as conhecidas marcas vermelhas, que apesar de nunca realmente terem estado presente no corpo dele, ele já as vira passeando pelos braços e costas de sua irmã.
Mas era a primeira vez que um filho o desobedecera em anos, e Patrick acabara de saber que estava com mais uma conta atrasada. Então, era mais fácil descontar toda a raiva no pequeno e indefeso do que assumir que era um porco, preguiçoso e bêbado.
Dianna apareceu na sala, vendo a cena, começou a chorar, a berrar para que o bruto parasse, mas sabia que não poderia lutar com um homem daquele tamanho, apenas ficou sofrendo ao assistir seu filho derramando sangue pela boca. Quando Mike parou de se mexer, Patrick voltou à consciência.
- O que você fez? - sussurrou, num sopro quase inaudível, esperando que fosse alarme falso, mas o pequeno continuava na mesma - MIKE! - berrou e agarrou o garoto, abraçando e então olhou o marido, perplexo consigo mesmo pelo que acabara de fazer - O QUE TÁ FAZENDO AÍ, IDIOTA, CHAMA A AMBULÂNCIA!

Demi estava no curso quando a secretária do estabelecimento foi até sua sala avisar que seu irmãozinho estava no hospital, seu coração doeu de tão apertado e acelerado que ficou. Não esperou nem que terminassem de dizer, apenas pegou a informação de onde ele estava internado e partiu.
Chegando no grande prédio branco, perguntou aonde ele estava e seguiu, mas ao se aproximar do destino, algo a fez parar, a última cena que ela esperava presenciar.
- VAGABUNDO, SEM VERGONHA! VOCÊ NÃO TRABALHA, VIVE DO MEU SUSTENTO, BATE EM MIM, EM MEUS FILHOS E AINDA SE ACHA NO DIREITO DE DIZER QUE MEU MENINO É UM MAU FILHO?! VOCÊ NÃO É GENTE, É UM PORCO IMUNDO E EU ME ARREPENDO AMARGAMENTE TODOS OS DIAS DE TER DIVIDIDO O MESMO TETO COM VOCÊ! - Mamãe berrou, se desprendendo de toda raiva reprimida e chamando a atenção de mais gente do que esperava que olhavam para Patrick com certo nojo agora.

Depois de mais algumas palavras ditas, o homem foi expulso do hospital bruscamente, dando fim àquela vida de miséria e sofrimento, estavam livres. Vendo a mãe desolada no chão, Demi correu e a abraçou, Dianna afundou o rosto em seu ombro e deixou que tudo aquilo fosse embora, para nunca mais voltar...
Quando mamãe finalmente se recompôs, ela contou à sua filha que Mike estava bem, mas que estava desmaiado e muito machucado, ficaria internado alguns dias até se recuperar completamente.
Resolveram que ficariam ali por um tempo, enquanto isso, Demi estava com sede e foi até o bebedouro, quando viu Paul Jonas bebendo água. Não o cumprimentou, apenas pegou seu copo descartável e o preencheu.
- Eu não queria ofender você, humilhar, ou coisa parecida, mas é meu filho e eu quero o bem dele, além disso nós sabemos que esse relacionamento entre vocês nunca daria certo! - Paul disse, parecendo natural.
- E nem eu queria machucar seu filho, ele se aproximou de mim... - fez uma pausa, encarando os olhos indecifráveis de Paul, mas sem perder a postura - escuta, senhor Jonas, meu irmão acabou de apanhar do nosso pai feio e por pouco não morre, eu sei que existem pais muito piores que o senhor e eu lidei com isso todos os dias a minha vida inteira, mas ao contrário de muitos o senhor pode mudar, então se continuar pensando que pode tomar as decisões por seu filho nunca o verá crescer e nunca saberá do que ele realmente é capaz de fazer! - e saiu.

Próxima parte...

Gente, não posso falar muito porque meu irmão tá marcando território porque ele ainda não usou hoje, maaas to postando!:D
enfim, só queria dizer que o fim da mini tá chegando, só faltam mais duas partes!
É isso!
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Beijosss

28 março 2013

Mini Fic - Life Choices - Parte 6

Ao chegarem em casa, Demi e Mike tiveram que repetir o percurso por onde saíram, mas subir pelos canos era bem mais complicado, e por vezes o garoto quase ganhou uma fratura nas costas. Mas por benção do divino, tudo acabou bem.
- Tá muito silencioso aqui! - Mike relatou.
- Também acho, vou lá embaixo pra ver o que é e você fica aqui! - Demi respondeu e o garoto assentiu, se sentando na cama dela pra esperar.

Ela desceu as escadas lentamente, percebendo aos poucos que o porco de seu pai não estava em casa. Ufa! Mais a frente, quase na cozinha, ela pode ouvir alguém chorando baixinho, quase que silenciosamente, com certeza no intuito de que ninguém ouvisse.
- Mãe?

A mulher olhou para o rosto preocupado da filha e logo se levantou do chão, passando a mão em seus traços faciais para ter certeza de que ela estava ali e que não fora apenas uma ilusão. Sua menina estava bem, e estava em casa. Então a abraçou.
- Mãe, o que aconteceu? Por que tá chorando? E que olho roxo é esse? - disse, observando depois que a mãe finalmente a soltou.
- Graças à Deus, você tá bem! - Dianna respondeu, trêmula - cadê seu irmão?
- Tá lá em cima, eu pedi pra ele esperar, o que aconteceu aqui, cadê o porco? - disse, olhando ao redor rapidamente. A mãe abaixou os olhos devagar, desfazendo o sorriso de alívio, lembrando do que acabara de ocorrer e escorregando de volta ao chão. Demi a segurou.
- E-eu n-não sabia que vocês tinham fugido, seu pai ficou furioso e... - o desespero voltou e a mulher se banhou novamente em lágrimas.
- Ele bateu em você? - perguntou, perplexa e como não houve resposta, deduziu a verdade - desgraçado! Mãe, você não pode aturar isso, bota esse cachorro pra fora de casa, ele pesa uns mil quilos e nunca ajuda em nada, você nos sustenta sozinha e ainda briga com ele todas as noites. Expulsa ele de casa, você merece alguém melhor!
- O que os vizinhos vão pensar, minha filha, eu sendo mãe solteira?! - infelizmente, nos Estados Unidos, tem muito esse preconceito contra mãe solteiras. Infelizmente.
- Foda-se os vizinhos, eu não conheço nenhum deles mesmo! Vamos, mãe...você consegue por esse canalha pra fora daqui, eu tenho fé em você! - afirmou com mais certeza do que cabia em seu olhar e os olhos vagos da mulher sofrida encontraram os da menina, e essa convicção que era chegada a hora, a invadiu também.

Apesar de aquela mulher ter motivos de sobra pra sair de vez daquela casa, não podia, pelo menos ainda não. E assim permaneceram, por mais uns dias, até que um fato mudou o rumo injusto que essa história estava tomando.
Como todos os adolescentes, Mike era guiado por seus instintos e curiosidade aflorada, aproveitava disso o máximo que conseguia, através de livros e pesquisas, conversas com Demi, sempre procurando saber mais do que simplesmente lhe oferecem. Mas chega uma hora em sua vida que isso já não é suficiente, você precisa buscar mais, porque o ser humano em si é insaciável!
Em uma bela tarde, Mike estava revisando seus deveres de casa, como sempre fizera e observou a janela, diferente de todas as vezes que já havia feito, esta ele observava com interesse, curiosidade. Outras, ele simplesmente tinha medo de experimentar, mas agora que sabia o que tinha lá fora, ele queria reencontrar. Se aproximou lentamente e pensou duas vezes antes de descer pelos canos e ir parar no chão, se iam apanhá-lo, se Demi pagaria o preço, o que obviamente ele não queria, mas a curiosidade venceu, como podem imaginar.
Ele correu com mais velocidade do que imaginara possuir até o Central Park. O vento balançando seus cabelos e acariciando seu rosto, a energia que enfim estava gastando, a sensação de liberdade...Deus, era tudo! Livre, livre, livre, pra gritar isso pra quem quisesse ouvir.
Mas pena que quem ouviu foi Patrick, a pior pessoa para escutá-lo no momento...

Próxima parte...

Heeeeyy, meu povo lindo e amado!:)
To aqui, postando no meio da tarde porque só agora meu irmão desgrudou do pc, aquele viciado(eu tbm sou kkkkkkk)!
enfim, eu queria avisar que já to escrevendo a segunda temporada de Para sempre nós, espero mesmo que vocês gostem, eu enrolei e enrolei porque eu realmente to sem criatividade em relação a essa fic, prometi uma continuação mesmo só porque eu mesma não gostei nada nada do fim que dei a ela, mas se vocês quiserem que eu poste a fic que tá página "projetos" em vez dessa, eu posto, ok?
E outra, eu tava relendo as cenas hots que preparei pro fim de "Em busca da verdade" e...OMG!!
Eu, sinceramente, não sei como escrevi aquilo!kkkkkkk
e sim, cenaS, vão ser DUAS cenas hots nos últimos cinco capítulos da fic, só pra vocês ficarem mais ansiosas ainda!kkkkkk
É isso!
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beijosss

27 março 2013

Mini Fic - Life Choices - parte 5


Dias depois...

Todos os dias depois dos cursos, ou até durante eles, Demi saía com Joe. Foram à lanchonete, brincaram como crianças travessas, foram ao Central Park, passaram a tarde juntos e curtiram a presença um do outro, arrancando sorrisos, gargalhadas, que pra Demi era algo que a muito tempo não lhe era dado: felicidade.
- Tem certeza de que a mamãe e o papai não vão nos pegar? - Mike perguntou, enquanto examinava a altura da sacada da janela. Eles iriam pular. Demi queria levar Mike para conhecer Joe, e com as regras impostas dentro de casa (casa, escola, escola, casa, com a exceção do curso de desenho que era pago com as poucas moedas que Dianna ganhava lavando e passando roupas para os outros), eles não poderiam arriscar que os vissem, ou então eram mais marcas vermelhas -
- Tenho, não é tão alto assim e temos os canos ao nosso favor, é só se segurar bem! - Demi respondeu, tentando demonstrar o máximo de segurança possível.
- Tudo bem! - respirou fundo e desceu até o cano mais perto e se segurou, descendo lentamente até o próximo, e o próximo, até que finalmente, o chão - Ufa! Vem, Demi! É fácil!
- Shhhhiiii! - pediu, lutando para não gritar com o garoto - Quer que eles ouçam a gente?
- Foi mal! - sussurrou de volta, segurando o riso, aquilo era novo pra ele, nunca fizera nada de errado em toda a sua vida. E então ela desceu, com todo o cuidado que conseguiu até finalmente encontrar o chão, satisfeita e suspirou.
- Beleza! - disse, vitoriosa e os dois se agacharam, torcendo para que nenhum dos dois carrancudos os vissem do portão. Ninguém vira. Ainda bem!

O casal de dezessete e treze anos seguiu rumo ao Central Park e lá encontraram, sentado em um dos bancos próximo de um certo jeito largado, Joe esperando por eles. Ele abriu um sorriso quando os viu e Mike devolveu, feliz, estava prestes a fazer seu primeiro amigo.
- Então, esse é o pequeno gênio, Mike! - Joe disse, se levantando e bagunçando os cabelos do garoto.
- Pois é, e você deve ser o Joe, o namorado secreto da minha irmã!
- Ele sabe? - perguntou à Demi que riu.
- Eu não escondo nada dele!
- Então, cara, o que quer fazer? - Joe.
- Eu não sei! - Mike.
- O Mike nunca passeou na vida! - Demi explicou.
- Tá brincando, né? - Joe.
- Eu não brincaria com isso!
- Pois é...e não podemos demorar, a mamãe pode subir as escadas a qualquer momento! - Mike.
- Pior, mas ela vai pensar que você tá estudando e que eu to no curso, não tem problema! - Demi - Eu sugiro que comecemos com um sorvete, que tal?
- Legal! - Mike.

Perto de onde o trio se encontrara, estava um humilde senhor vendendo seus simples sorvete, apenas querendo ganhar um trocado pra garantir a alimentação dos filhos. Demi reconheceu a dificuldade, então pegou o dinheiro que havia guardado para mais um de seus cds de rock e entregou tudo ao homem, que ficou muito agradecido, esboçando um sorriso que compeçara tudo.
- Isso foi muito bonito de sua parte! - Joe.
- Eu sei, não faço a mínima ideia de quando vou poder comprar um cd de novo, mas...valeu a pena! - Demi respondeu e ele a olhou, analisando. E chegou a uma conclusão, que mal sabia ele, mas acabaria com aquele dia.
- Eu quero te apresentar aos meus pais!

Demi tinha inúmeros motivos para protestar contra aquilo e até tentou coisas como: eu não estou vestida adequadamente, eu não posso demorar, e outras coisas que seria ridículo até comentar. Mas para sua infelicidade, Joe tinha um argumento contra todas elas. E pior, nem mencionar o fato de ele ser rico, ela poderia mais, porque isso já havia o magoado antes e ela não poderia arriscar. Ou seja, não havia pra onde correr.
A casa era simplesmente ENORME e Demi não sabia que seus olhos poderiam ficar tão admirados com algo. A governanta da casa apareceu, levando Mike para cozinha para lanchar alguma coisa como bolos ou refrigerantes, apenas para distrair o garoto, também com uma boa conversa, o que Miranda, a governanta, com certeza era capaz de fazer.
Denise Jonas não era uma pessoa ignorante, muito pelo contrário, era culta, inteligente e renomada, e se agradou muito com o fato de haver sim uma boa possibilidade de Demetria Lovato se tornar membro da família. Mas sorte, ou azar, que o senhor Jonas ainda estava trabalhando naquele momento.
- Eu adorei conhecer você, Demi!
- Também amei conhecer a senhora, dona Denise!
- Por favor, me chame apenas de Denise!
- Tudo bem, Denise!
- Quando você virá nos visitar novamente?
- Am...eu não sei, mas o mais breve possível, eu prometo! - sorriu.
- Ok, estarei esperando!
- Ok! - se virou para Joe que sorria vendo a cena - Cadê o Mike, precisamos ir embora!
- Ah, eu vou chamar ele na cozinha!

Em pouco tempo o pequeno apareceu e os dois rumaram para casa, torcendo para que os pais não tivessem notado sua ausência. Mas antes que chegasse na porta, alguém a parou.
- O que está acontecendo aqui? - Paul perguntou, quase berrando e claramente irritado.
- Am...pai, essa é a Demi, minha namorada!
- Joseph, quem foi que deu permissão a você de trazer qualquer uma pra dentro de casa?!
- Mais respeito, você nem a conhece!
- Não preciso, dá pra ver pelo jeito como essa garota apareceu aqui, e esse garoto quem é?
- É o irmão dela...
- Ah, e ainda traz o irmão, daqui a pouco vai trazer também o pai, a mãe, se bobear, a família inteira!
- Chega! - Demi disse, quase chorando e levando seu irmão dali.
- Viu o que você fez? - Joe disse, antes de sair correndo atrás da garota - Demi, espera!
- Não, Joe, eu disse que seria uma má ideia, mas é claro que você não iria me escutar!
- Tava tudo indo muito bem, até meu pai chegar, não liga pro que ele fala, ele não ama ninguém, além de si mesmo!
- Olha...eu sei que você não fez por mau e até entendo que seu pai seja um pouco grosso demais, mas nós dois sabemos que isso não teria futuro mesmo!
- O que quer dizer com isso? - uma ponta de medo surgiu em sua voz.
- Que acabou...- e uma lágrima desceu pelo rosto dela - adeus, Joseph!

Ao longe da casa, Mike viu a tristeza descer salgada pelo rosto da irmã, acabando de uma forma trágica o dia mais feliz de sua vida até agora.
- A gente vai voltar lá, Demi?
- Não, Mike...nunca mais!

Próxima parte...

Heyyy, sejam mais que bem-vindas as minhas novas bebês!*-*
não posso falar muito, mas pelo menos respondi os comentários aqui beijosss

26 março 2013

Mini Fic - Life Choices - Parte 4


Demetria acordou no dia seguinte com um alvoroço acontecendo no andar de baixo e ela não sabia o porque, então desceu pra verificar, ainda sem ter escovado os dentes ou arrumado o cabelo.
- O que tá acontecendo aqui?
- DEMETRIA, QUE PORRA DE FLORES SÃO ESSAS? QUEM TE MANDOU ESSAS MERDAS? VOCÊ TÁ DANDO PRA ALGUM VIADO NA RUA, É ISSO? - Patrick berrou de forma bruta e quase rasgando as pobres das flores vermelhas que foram entregues com tanto carinho.
- O quê? Não, eu nem sei quem me mandou isso! - Mentira, mas eu acho que essa não era uma boa hora pra arriscar uma de ser dona da verdade, não é mesmo?
- Patrick, dê as flores pra ela, você não tem o direito de fazer isso!
- VAI FICAR DEFENDENDO ELA AGORA, É?
- Deixa, mãe, não tem problema, eu vou pra escola! - e voltou para o quarto pra se arrumar com um sorriso secreto no rosto de felicidade. Ele se importou, Demetria, se importou!!

Naquele dia, ela voltou à loja e não encontrou Joe por lá, mas aproveitou para comprar o cd que tanto queria e tomou o rumo de casa, mas opa...
- Recebeu as flores? - ela se virou, coçou a testa com o dedos indicadores enquanto mordia o lábio inferior e sorriu, sem graça.
- Recebi, mas...meu pai rasgou com ciúmes, então eu não faço a mínima ideia do que você disse no bilhete!
- Nossa! - se aproximou - seu pai pega um pouco pesado!
- Você nem imagina! - riu sem humor e ele respirou fundo.
- Olha, me desculpa pelo que eu te disse, tá? Eu não fazia ideia que iria te magoar tanto!
- Tudo bem, eu...não devia ter exagerado também!
- Legal, prometo não me meter mais no assunto da sua família, fechado?
- Fechado! - sorriu, apertando a mão estendida na sua frente.
- Então, a gente pode sair mais tarde?
- Am...eu acho melhor não, melhor sermos só amigos, Joe! - e se virou novamente pra ir embora, mas ele correu e ficou à sua frente.
- Por que? Me dá uma razão!
- Porque você se envergonharia tendo alguém como eu como sua namorada, acredite!
- Do que você tá falando? Você é uma garota incrível, linda, engraçada e inteligente! Por que tá falando isso?
- Por que é a verdade! Um garoto rico como você não devia perder tempo com uma suburbana como eu!
- Agora você me ofende! - respondeu, mais sério do que ela esperava - Você acha mesmo que eu tenho esse preconceito idiota? E se eu tivesse, não acha que eu teria fugido de você desde o primeiro momento?
- Eu sei...me desculpa, eu só...
- Não sabe mais o que inventar pra ficar longe de mim! - e aí ela percebeu o erro que tava cometendo - Tudo bem, mas não precisava mentir quando simplesmente podia dizer que não tava afim!
- Não, Joe, você entendeu errado, é que...
- Tá tudo bem...deixa pra lá! - e se virou, começando a andar.

Você sabe o que fazer, Demi, eu sei que você sabe! Faz!
E ela fez, puxou o braço do garoto e lhe arrancou um beijo tão faminto que seria capaz de lhe engolir toda a carne dos lábios se fosse possível, mas esta não era a intenção, era apenas um "me desculpa!"
E para alegria da nação, funcionou!
O sorriso que se alastrou pelo rosto do rapaz, eu posso dizer com toda a certeza, foi lindo!
Mas como nem tudo é perfeito, e como você já deve ter percebido desde o início, para esse romance conseguir uma continuação, eles teriam que batalhar muito. Demi voltou para casa com um sorriso bobo naquele dia, a não ser pelo olhar perdido que já era denunciado pelo leve brilho que era involuntário.
- O que é que deu nela? - Mike perguntou, fazendo uma careta, do sofá.
- Eu sei lá! - Dianna respondeu e Demi revirou os olhos, rindo de leve e pegando uma maçã da mesa antes de ir pro quarto.


Próxima parte...

Essa parte ficou bem pequena, mas é que eu queria terminar bem aí mesmo!kkkk
Espero que tenham gostado, fui, to indo estudar física!
ainda não comi desde que cheguei da escola!kkkk
beijos, fui!
comentários respondidos aqui

25 março 2013

Mini Fic - Life Choices - Parte 3


Ligação on

- Alô?
- Oi, Loss, então...fala pro seu amigo que eu não vou poder mais me encontrar com ele!
- Ué, por que não?
- É que houve uns probleminhas aqui em casa que exigem a minha atenção!
- Ah...tudo bem então, deixa comigo, tchau!
- Tchau!

Ligação off

Nós dois sabemos muito bem porque ela não poderia ir ao encontro, mas deixe que ela conte se quiser.
Demi jogou seu celular na cama e afundou o rosto no travesseiro, aliviada por um lado e frustada por outro.
O dia seguinte seguiu-se normalmente. Sim, ela estudava, mas eu acho que a escola não é a melhor coisa que eu posso relatar nessa história, porque alguns colegas não dignos de sua atenção, caro leitor.
Mas continuando, depois do curso, ela entrou na loja de sua "melhor amiga" e pediu por um cd de uma das bandas que gostava, mas esta já havia acabado. Conformada, a garota deu meia volta para ir pra casa, então uma voz a impediu.
- Eu sou tão horrível assim? - ela se virou e sorriu, constrangida.
- Foi mal, tá? Mas realmente não dava, eu tava muito ocupada!
- Então podemos agora?
- Podemos o quê?
- Sair, ainda são 17:00, não tá tão tarde, dá tempo de bater um papo e comer!

Demi olhou para os lados e pensou um pouco, sabia que se chegasse tarde, seus pais brigariam com ela novamente, mas ela precisava de um pouco de distração e talvez, se entrasse pela janela do quarto, ela conseguisse escapar.
- Tudo bem!

Andaram até encontrarem uma lanchonete próxima, onde se sentaram e conversaram bastante, mas quando Joe decidiu tocar no assunto família a coisa ficou tensa.
- A minha mãe é ótima na cozinha, eu é que sou um desastre! - Joe disse, rindo e fazendo com que Demi risse junto.
- Se te serve de consolo, eu também não sou lá essas chefes!
- O que já destrói a minha vontade de casar com você! - Demi arqueou uma sobrancelha, fingindo estar ofendida.
- Ah, então quer dizer que você quer garotas que sirvam pra pagar de dona de casa pra você, é isso? - ele riu.
- Não, que isso?! Eu só estou tentando dar em cima de uma garota que eu vi por um acaso falando mau de mim em uma loja de conveniências!
- Pelo menos você admite, é um bom sinal!
- Eu não gosto de começar um relacionamento com mentiras! - brincou e os dois riram.
- Parabéns, tá começando bem!
- E a sua mãe? - opa!
- O quê?
- Sua família! Como ela é?
- Ah! - se desconcertou - Eu...não gosto de falar sobre eles!
- Tudo bem, então, você não é obrigada a falar o que não quer, a opção é sua de esconder! - opa outra vez! Fodeu tudo!
- O que quer dizer?
- Essa marca vermelha no seu braço já diz tudo por mim! - droga, ela esquecera de por uma camisa com mangas longas quando saiu de casa.
- Ok, eu vou embora! - e pegou suas coisas rapidamente, saindo. Joe se assustou e foi atrás dela, segurando o seu braço na saída.
- Me desculpa, tá? Eu não...quis te ofender!
- Mas ofendeu! - e saiu.

Que droga, por que ele não podia ter ficado na dele? Simplesmente de boca fechada!
Mas ainda bem que existe a consciência e ela não vai deixar isso ficar desse jeito!
- Filha, aonde você esteve até agora?
- Eu saí com uma amiga!
- A Loss? Eu já falei que quero você longe daquela garota!
- Não mãe, não era a Loss! - e revirou os olhos, bufando - ai, eu vou pro meu quarto, tá? Boa noite! - começou a subir as escadas.
- Boa noite...

Tem um boa noite mais vago que o de uma mãe que realmente ama e se preocupa, mas é mal interpretada pelos filhos e conceituada como carrasca?

Próxima parte...

Me desculpem mesmo por estar postando só agora, mas é que eu passei a tarde fazendo as lições de mtm e amanhã também vou estar ocupada porque vou fazer as lições e estudar pra prova de física! #ecaaa
kkkkk
bem...sobre essa mini...ela é mais drama que romance, gente, por isso tá tão triste, mas espero que tenham gostado mesmo assim! :/
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beijosss

24 março 2013

Mini Fic - Life Choices - Parte 2


- Não foi minha intenção te ofender, eu garanto! - Demi respondeu. Mentira - não liga, ela...- o garoto a interrompeu.
- Gosta de falar besteiras? É, eu sei! - riu - sou Joe!
- Sou Demi!
- Hum, muito prazer, Demi!

O sinal do curso tocou do outro lado da rua e ela olhou de relance para trás.
- Am...eu tenho que ir, foi...um prazer te conhecer! - sorriu e estendeu a mão e ele apertou.
- O prazer foi meu!

Demetria seguiu seu dia normal, mas ela nem sabia que Loss espiara a conversa com o novo amigo com o canto do olho e um sorriso discreto e, assim como eu, percebera algo.
- Você tá namorando! - Loss disse a Demi quando ela voltou à loja depois do curso porque esquecera de pagar o caderno.
- O cara deve ser bem misterioso poque nem eu sei quem é! - respondeu e Loss riu.
- Sem piada. Eu arrumei um encontro pra você com aquele mauricinho dos cds de rock!
- Você ficou maluca? A gente nem conversou direito!
- Mas qualquer um da loja que tenha assistido a cena percebeu que você gostou dele!
- Tá, ele é bonitinho, mas isso não significa que eu esteja interessada!
- Vai por mim, você vai se divertir!
- Quando vai ser?
- O quê?
- O encontro, oras!
- Ah, vai ser amanhã às oito perto da ponte do Brooklyn!
- Por que lá?
- Porque é romântico! - deu de ombros e Demi riu.
- Tá, eu vou, mas só pra tirar essas suas ideias da cabeça! - e saiu.

Chegando em casa, sua mãe continuava no mesmo lugar, assim como o porco do seu pai. Ela revirou os olhos e foi direto para o quarto, mas mamãe a chamou.
- Por que ficou fora até tão tarde?
- Não tá tão tarde e eu só conversei um pouco com a Loss!
- Já falei pra você não se meter com aquela garota, ela é má influência!
- No dia que esse porco arrumar um emprego, você ganha o direito de decidir quem são meus amigos!
- OLHA AQUI, GAROTA, VOCÊ VIVE EMBAIXO DO MEU TETO E ME DEVE RESPEITO! - Patrick, o papai, disse, levantando-se do sofá e agarrando o braço magrelo de sua filha.
- Eu não tenho vergonha nenhuma de dizer que odeio você! - respondeu, quase cuspindo as palavras e era verdade, ela não tinha.
- Patrick, por favor, larga ela! - Dianna, a mamãe, implorava já com lágrimas nos olhos.
- ESSA VAGABUNDA VAI APRENDER A ME RESPEITAR! - Patrick ameaçou, mas Demi se manteve em sua posição.

E então as marcas vermelhas começaram a se espalhar pelo corpo a cada impacto que a mão de Patrick fazia em sua pele, doía e ela gritava, ou gemia, mas ela nunca chorava, não, esse era um dos privilégios que seu pai nunca teria. Essas marcas eram frequentes e Demi não se importava porque se esse era o preço a ser pago por jogar a verdade na cara de sua mãe, que assim seja, ela pagaria. E seu irmãozinho sempre assistia, com lágrimas nos olhos.
Depois da surra, Demi subiu as escadas com muita dificuldade, pois suas pernas insistiam em tremer, fracas e sua roupa rasgada não facilitava. Entrou no quarto, fechou a porta e se sentou na cama. Mike estava lá, pronto para ajudá-la como sempre fizera.
- O papai fez de novo? - Mike disse, se aproximando e ajudando-a a tirar a blusa, ou melhor, o resto da blusa e passar algodão molhado por cima áreas quentes e feridas, ou sangrando.
- Não o chame de pai...AI! - gemeu quando Mike pressionou sem querer.
- Me desculpa, eu...nunca vou me acostumar com isso! - confessou, cabisbaixo.
- Ei...vem cá! - chamou o garoto que se voltou para ficar de frente a ela - você não tem que se acostumar, tá? Isso não vai durar pra sempre e eu já to terminando de juntar a grana. Logo logo a gente se manda daqui, ouviu? - o menino assentiu.
- Eu tenho medo, Demi! - admitiu, chorando novamente e sendo acolhido pelos braços machucados de sua irmã.
- Ele não vai tocar em nenhum fio de cabelo seu, eu não vou deixar! - os machucados doíam com as pontas do cabelinho do irmão e os apertos pelo abraço, mas ela não demonstrava, ele só tinha ela em quem confiar.

Próxima parte...

Gente, só esclarecendo, o estilo que algumas amaram ~le feliz por isso!~kkk não é o da Demi, o dela é que nem o da Avril no clip da música "nobody's home", quem aí já viu, tirando o cabelo duro de menina das ruas, ela é igualzinha, daquele jeitinho mesmo! Mas enfim, o jeito que vocês adoraram, sinto em informar que é da Loss, a vendedora da loja!
É isso!
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Beijos

23 março 2013

Mini Fic - Life Choices - Parte 1


Havia um ursinho. Sim, um ursinho. Um ursinho de pelúcia. E Demetria estava agarrada nele. Agarrada com mais força do que poderia expressar enquanto ouvia os pais brigarem pela milésima vez, seu irmãozinho, quatro anos mais novo, chorava no berço e ela não poderia consolá-lo, já que não conseguia fazê-lo nem consigo mesma. E ela pensava, será que é tudo culpa minha? Será que tudo isso seria mais fácil se ela não existisse?
A verdade é que não. A vida dos seus pais seria a mesma merda que estava agora, ela existindo ou não, a diferença, é que com ela, sua mãe teria alguém por quem lutar.
Seu pai era alcoólatra e chegara em casa bêbado em uma noite de sábado pra variar e agora a mãe tentava cuidar do próprio marido que devia ter consciência plena do que é certo ou errado. Mas merda, o fato de a garotinha que vocês insistiram em por no mundo, aliás, o casalzinho, estarem em um quarto fechado, não faz eles ficarem calmos ao ouvirem toda a porcaria que vocês falam alto um do outro na hora da raiva!
Mamãe, você devia estar dando de mamar pro pequeno de quase seis meses que agora chora com fome e assustado. E você, papai, devia estar fazendo graça para tirar gargalhadas doces de uma garotinha de quatro anos que agora abraça o maldito ursinho de pelúcia que você deu a ela de aniversário.
Eu, com toda a certeza do mundo, gostaria de dizer que tudo isso, todas essas lágrimas, acabariam em breve. Mas não, para a infelicidade desses pequenos, ainda duraria um pouco mais.
Porém, quando acabasse...seria pra sempre!
Uma garota rebelde. Com dezessete anos e um cabelo preto embaraçado, uma bolsa tiracolo e roupas consideradas, no mínimo pela sociedade, de homem. Ela andava em direção a um curso de desenho que ficava próximo ao centro da cidade e seus olhos vagavam pelas visões de uma tradicional civilização, se distraindo facilmente com qualquer uma delas, porque, de fato, sua vida não era mais interessante que elas.
Chegou até seu curso o frequentou como sempre fazia, ouviu a professora explicando e executou o que entendeu em seu pequeno caderno contido com várias folhas brancas. Mas parece que nem aquelas aulas, ao contrário das outras vezes, traziam um sorriso ao seu rosto.
Ela voltou pra casa e encarou sua mãe carrancuda como sempre na cozinha, tentando preparar algo para o jantar e seu pai no sofá, bebendo cerveja e assistindo a mais um jogo de futebol. Não importa, dava até vergonha de admitir que aqueles eram seus pais.
- Oi, Mike! - Demi disse, dirigindo-se ao seu irmão que estava no quarto, fazendo o dever de casa do mês que vem, talvez. O garoto era um gênio não valorizado.
- Oi, Demi! - Mike respondeu, meio entediado e ela se jogou na cama, tirando os sapatos com as pontas dos dedos - o porco está lá em baixo de novo, o sofá vai criar fungos se ele continuar sem procurar um emprego!
- Eu acho que já deve ter criado fungos... - Demi respondeu, vaga, e tinha razão. Então ela se levantou e antes de beijar a testa do seu irmão para fazê-lo sorrir, disse - mas não se preocupe, assim que eu arranjar um emprego, nós nos mandamos daqui e ele nunca mais vai ver a gente!

Àquela noite foi mais uma briga, alta e insuportável como sempre. O menino de treze anos saiu de seu quarto, inteligente, porém assustado e caminhou lentamente até o quarto de sua irmã, à procura de um pouco de carinho que com certeza encontraria nela.
Ela se sentou e viu, parado à porta, um menino com olhos marejados implorando silenciosamente por amor e ela se lembrou que ele era o único motivo por ainda suportar tudo aquilo. Se sentou e ergueu seu lençol, convidando-o para se deitar junto a ela e assim ele o fez, ela o abraçou e os dois dormiram, vencidos pelo cansaço. E para que no dia seguinte, reiniciasse tudo outra vez.
- Obrigada, Loss! - Demi agradeceu à garota atrás do balcão com quem sempre comprava seus cadernos de desenho, outra rebelde, mas esta era por simples escolha, usava mechas roxas no cabelo e estava sempre mascando um chiclete, teclando com suas unhas pretas, o amarelo de sua blusa era apenas o uniforme da loja. Obrigatório.
- De nada, Demi! - respondeu, cordial como sempre - aí, já viu o cara novo? - apontou para um dos novos clientes que estava apenas avaliando alguns cds da loja. Demi olhou brevemente e esperou Loss continuar -O mauricinho é filho de um dos magnatas da cidade, mas vem aqui todos os dias a uma semana e fica olhando os cds de rock, mas nunca compra nenhum!
- Qual é a dele?
- Eu não sei - deu de ombros - é um babaca! - a verdade era que Loss gostava de falar mau de seus clientes, achava um defeito em qualquer um, mas em Demi não, até porque ela era a única que a escutava.
- Se quiser dizer algo, por favor, diga diretamente a mim! - o rapaz disse, despertando a atenção das duas curiosas. Bom, uma voltou ao seu trabalho, a outra, o desafiou, continuou olhando, o que o fez sorrir.

Próxima parte...

Oiii lindas!
Eu terminei essa mini, está dividida em 9 partes, então se eu tiver pelo menos cinco comentários até amanhã, eu posto TODO DIA, é uma promessa!:)
Bem vindas novas seguidoras!uhuuuuuu kkkk
Pessoal, minha mãe me deu um remédio que me deixou dormindo por quase um dia inteiro, mas o lado bom é que minha dor de cabeça passou e eu to soltando fogos até agora aqui!kkkkk
Bom, sobre essa mini, eu queria dizer que pus muita coisa da minha vida nela, mas nem tudo aconteceu, apenas a maioria!hahaha
o fator daí de cima aconteceu até meus dez anos de idade, mas se vocês pensam que melhorou depois disso, estão MUITO enganadas, só piorou!kkkk
Bom, é isso!
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Beijos!

13 dezembro 2012

Minific - I miss you (parte 5-final)



- Para onde você vai depois que se formar? - eu perguntei brincando com os dedos de Joe, enquanto minha cabeça repousava em seu peito e sorríamos felizes depois de toda uma tarde de prazer. Ele pareceu ficar sério com essa pergunta e respirei fundo antes de responder.
- Texas! - ele finalmente respondeu.
- Mas por quê? - eu perguntei me apoiando sobre o cotovelo para encará-lo.
- Faz anos que não vejo minha mãe e eu vim pra cá apenas para fazer esse curso! - ele disse percebendo a alteração em meu humor e eu abaixei os olhos para que ele não os visse marejar.
- Quando? - perguntei em um sussurro com os olhos ainda baixos.
- Daqui a dois meses! - ele disse e elevou meu queixo com o dedo indicador para observar meus olhos - ei...não fica assim! Eu vou voltar! - uma mistura de coisas se passou em meu coração, o medo por ficarmos separados por Deus sabe quando, e também a aflição pela possibilidade por ele poder arranjar outra por lá. Eu já sabia que não daria certo!
- Não vai dar! Eu...não vou aguentar! - eu disse me sentando na cama e abraçando minhas pernas, senti ele beijar minhas costas lentamente e fechei os olhos para aproveitar o carinho.
- Eu não vou demorar! - ele disse suave para tentar me acalmar, mas não funcionou.Eu me levantei rapidamente.
- Melhor apagarmos isso antes que o tempo apague por nós! - eu disse apontando para tatuagem no pulso que fizemos um no outro, era apenas um coração, fizemos na nossa primeira noite juntos.
- Você está sendo tola! - ele disse elevando o tom de voz e se levantando da cama também.
- Tola em querer me proteger do que é inevitável? - perguntei já chorando.
- Inevitável se você quiser, somente! - ele respondeu. Eu não encontrei resposta para isso, senti apenas meu coração se esmagar com a ideia de perdê-lo e virei o rosto. Ele entendeu o recado e vestiu-se rapidamente e saiu apressado, completamente bravo comigo.

Assim que ele sumiu do meu campo de visão, eu desabei no chão aos prantos, não podia imaginar que minha dor seria maior no dia seguinte ao ver os jornais...

Flashback off

Demi: anunciaram que o mustang de Joe havia batido em uma rocha depois de uma curva e capotou precipício abaixo, ele não sobreviveu... - disse com os olhos marejando por conta da dor relembrada -
Marry: mamãe, eu sinto muito! - disse segurando a mão de Demi para consolá-la -
Demi: tudo bem... - forçou um sorriso - algumas semanas depois descobri que estava grávida! Você, minha filha, foi a única coisa que me restou dele. Foi muito difícil fazer faculdade com uma criança, mas eu consegui e...eu tenho muito orgulho de você, Marry!
Marry: obrigada, mãe! - uma pessoa a chamou da cozinha - já vou! - gritou em resposta e olhou novamente para Demi - mãe, eu tenho que ir...
Demi: tudo bem! Pode ir! - e então ela saiu -

Demi levantou-se da cadeira de balanço e olhou pela janela novamente, que ainda estava com o vidro embaçar, e apesar de ter passado tantos anos, ela ainda tinha a pequena sensação de ver aquele rosto jovem e intrigante sorrindo pra ela...

Fim!

Tá, eu sei que ninguém gostou do final, por que o Joe morreu e tals, mas a fic em SI, gostaram??
Por favor, digam o que acharam, a opinião de vocês é MEGA importante pra mim!!
Agora, a música tema da minifc legendada pra vocês entenderem melhor!;) beijos!
Até o capítulo 10 de "My feelings"!


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Respostas dos comentários anteriores: 

Juh Lovato: de nada, amore, você merece!
eu amo a Avril é mais por causa da letras de música e do estilo!
E que bom que eu inspiro você também!:)
eu me sinto importante!kkkk

baby_monster: que isso amore, ce merce! bjs

Gi: de nada, coração! Você merece! Espero que o último capítulo não tenha decepcionado!:/ bjs

Sammy Santos: Seu blog é inspirador, eu é que tenho que agradecer por se importar comigo e por ser minha amiga!bjs heart!*-*

08 dezembro 2012

Minific - I miss you (parte 4)



Joe não me disse para onde iríamos, então foi me buscar em casa. Sei que pode parecer confuso, uma hora eu achá-lo sexy e em outra me fazer de difícil, mas eu não queria entregar os pontos tão facilmente. Sairíamos no mesmo dia e eu não contei a Selena, pois sabia qual seria a reação dela e queria me arrumar da maneira mais simples possível, afinal seria apenas um encontro e logo seguiríamos com nossas vidas. Eu estava enganada.
- Então, para onde vamos? - eu perguntei assim que entrei no carro dele, Joe apenas sorriu e deu partida.

Devo dizer que me surpreendi ao ver o local, era uma praia deserta, à noite, a lua brilhava forte junto com as estrelas, não havia sinal de restaurante ou bar aberto por perto e eu fiquei um pouco confusa.
- É aqui? - eu perguntei ao sair do mustang.
- É! - ele respondeu sorrindo.
- Sem velas? Sem rosas? - eu perguntei fingindo estranhamento, mas sorrindo por dentro de alívio, um ambiente muito romântico me deixaria bem tensa.
- Sem velas, sem rosas! Só vamos conversar essa noite!
- Sem gracinhas? - perguntei me sentando ao lado dele na areia.
- Só se você quiser! - ele respondeu me olhando e sorrindo.
- Hum...talvez! - eu disse também sorrindo e ouvi ele rir.

Conversamos sobre diversos assuntos, faculdade, emprego, visões para o futuro e outras coisas. Descobri que ele era dois anos mais velho que eu e que morava com o pai, mas o odiava por ser alcoólatra e não ajudar com nenhum centavo para manter a casa. Realmente, ele era universitário, artes plásticas. Não foi muito difícil me descontrair na conversa, para minha grande surpresa, ele também pareceu não ter dificuldade quanto a isso. Mas o mais incrível nisso tudo foi encontrar alguém nele que parecia não se importar com as minhas loucuras, já que ele era ainda mais louco do que eu, tanto que nos encontros seguintes foram em lugares bastante inusitados como o telhado da casa dele onde roubamos as cervejas de Paul que ficavam guardadas no porão, e bebemos até falarmos coisas sem sentido.
Outra vez, fomos a um baile a fantasia, ingerimos tanto álcool nessa festa que no dia seguinte acordamos na dispensa de um restaurante, e os donos nos botaram pra fora como dois cães sarnetos e tudo o que conseguimos fazer ao chegar em casa foi rir do acontecido.
O nosso primeiro beijo foi o início de tudo.
Havíamos voltado de um banho noturno no mar...
- Estou tremendo de frio! - eu disse abraçando meu próprio corpo.
- Você nunca banhou à noite no mar? - ele perguntou e parecia surpreso com isso.
- Não! - eu respondi rindo.
- Bom...podemos repetir mais vezes! - ele sugeriu.
- Eu adoraria!

Então ele me olhou nos olhos e, como se enviasse uma mensagem, eu me aproximei dele lentamente e ele fez o mesmo, enquanto sua mão se instalava em minha cintura, iniciamos um beijo terno, carinhoso, ali eu senti em cada membro do meu corpo que não era por acaso, ficaríamos marcados na vida um do outro para sempre.
E naquela mesma noite, naquele mustang, fizemos amor. E foi maravilhoso como nossos corpos se correspondiam.
Nunca, em 53 anos, eu me senti tão viva, tão bem, tão segura ao lado de alguém. Eu estava...amando!
Mas eu juro que se pudesse voltar no tempo e desfazer tudo o que aconteceu no dia seguinte, eu voltaria.

Próxima parte...

Hey gatas seduzentes(créditos do apelido para Becca)!kkkkk
Eu agradeço muito a compreensão e paciência de vocês, é sério, isso foi muito legal da parte de vocês e espero que tenha valido a pena esperar!sorry again pela demora, mas enfim, beijos amore! Amo vocês demais!

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Respostas dos comentários anteriores:

Moreira Andreia: obrigada pela paciência amore, você é 10!bjs

alessandrademi: fico até boba quando uma de vocês fala uma coisa dessas pra mim, eu me sinto especial!*-*kkk
mas obrigada, amore, beijos!

Gi: você é incrível, sabia?kkk desde o começo vc nunca me abandona, eu fico até honrada de ter leitoras tão lindas como vocês!obrigada pela paciência, beijos!

Sammy Santos: quando eu digitei o endereço do seu blog pela primeira vez na barra de endereço, nem imaginava que hoje te consideraria uma amiga do peito, não tem problema, sei que seus problemas também foram difíceis, e te desejo boa sorte neles tbm!bjs

01 dezembro 2012

Minific - I miss you (parte 3)




- O nosso primeiro porre e já dormimos na casa de estranhos! - Selena brincou quando cehgamos no prédio. Eu apenas ri e segui para o meu apartamento, agradeci mentalmente por não ter levado meu celular pra escola naquele dia, senão agora estaria revelando conversas pessoais de mensagens que tive com amigos íntimos para um estranho.
Ao chegar em casa tomei um banho e relaxei o resto do dia.
Apesar do trabalho dele ficar a alguns metros do condominh, ele não apareceu, eu queria meu diário de volta, então resolvi voltar à aquele bar, mesmo com a imprensão que eu devo ter causado lá com a minha primeira e única visita.
- Com licença, você viu um homem alto, forte, cabelos escuros e enrolados, aparentemente uns vinte anos? - perguntei ao homem que devia ser o Bryan que eu vi da última vez.
- Quem procura? - disse uma voz atrás de mim, me virei para ver quem era e ele estava lá, lindo e sexy como sempre.
- Ah, oi, é que você ficou com minhas coisas de escola em seu carro! - falei tranquilamente evitando mencionar meu diário.
- Não foi isso o que eu perguntei! - disse tentando parecer irritado com minha presença, só tentando, eu reparei que o chefe dele nos observava.
- Podemos falar em um local mais privado? - eu sugeri percebendo a frustração nos olhos dele, então ele me levou para um beco ao lado do bar.
- Fala! - ele ordenou.
- Lembra daquele dia em que você assistiu duas garotas malucas no seu primeiro porre? - eu terminei de falar e assisti um sorriso lindo nascer nos lábios dele.
- Você é a universitária maluca, como foi a primeira ressaca? - ele disse se divertindo com a minha cara.
- Me chame de Demi, por favor! - eu respondi e ele riu - deixei meu material escolar por engano em seu carro e o quero de volta!
- Hum...uma futura universitária quer seus materiais escolares usados de volta! Você não me engana, você quer seu diário! - ele disse e eu engoli seco.
- Você encontrou? - eu perguntei meio assustada, afinal, ele poderia ter lido.
- Sim, mas não se preocupe, eu não li, não seria capaz de invadir a privacidade de ninguém! - ele respondeu e eu senti um enorme alívio percorrer meu corpo.
- Então...você poderia me devolver, eu preciso muito dele! - eu disse tentando parecer um pouco mais séria e vi ele me fitar de cima abaixo.
- Antes você vai ter que sair comigo!- ele respondeu e eu me assustei.
- O quê? Por quê?
- Bom, por que eu posso ser uma boa companhia se me deixar! - ele respondeu.
- Claro que não! - eu disse pensando que ele desistiria, estava enganada.
- Então eu acho que seu diário não vai fazer muita falta! - eu revirei os olhos respirando fundo.
- Ai...tá! - eu disse e vi outro sorriso daqueles nascer em seu rosto - mas você não me disse seu nome!
- Joe! - ele respondeu e depositou um beijo suave na minha mão enquanto olhava em meus olhos para ver minha reação.

Próxima parte...

Eu sei que to postando rápido, não sei se isso é bom ou ruim pra vocês!:/ kkk
é por que, como eu disse antes, a minific já tá pronta e só no ponto de postar, só to dando tempo de vocês comentarem!
Bem, pra quem se preocupou com a feia aqui, só queria agradecer e dizer que pro que vocês precisarem, podem contar comigo, eu nunca nego ajuda pra quem precisa! e amo vocês demais!
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Resposta ao comentário do post anterior:

baby_monster: é por isso que meu melhor amigo é homem!kkk
mas eu quase nunca o vejo, ele tem muitas responsabilidades!
enfim, obrigada mesmo por sempre estar por aqui e te devo muito só por essas palavrinhas que você comentou, pode parecer pouco, mas ajuda e muito! obrigada!
e eu fui no msn, mas no meio da conversa, não sei se você saiu ou se a net caiu, mas vc sumiu!:/
esperando a próxima conversa! beijos amore!*-*

27 novembro 2012

Minific - I miss you (parte 2)


Eu respirei fundo e a acompanhei me sentando ao seu lado na mesa do bar, não estava acostumada com aquele tipo de ambiente, ainda mais com bêbados por todos os lados, mas eu seria capaz de me acostumar.
Logo pedimos dois copos com cerveja, a primeira dose foi forte já que foi a primeira de toda a vida, mas isso só nos fez querer mais e mais até chegarmos a um ponto em que a bebida controlava cada movimento e pensamento nosso.
Ele trabalhava naquele bar e nos assistia com um sorriso divertido no rosto. Quando percebeu que não tínhamos mais conciência de nossas ações, ele se aproximou.
- Acho que não iram conseguir ingerir mais alcoól, senhoritas! - ele alertou sorrindo, eu me levantei.
- Somos universitárias agora, temos que comemorar! - eu disse com a voz um pouco embargada.
- É isso aí, comemorar! - Selena disse levantando o copo vazio.
- Vão pra casa sozinhas? - ele perguntou tirando o avental de garlçom.
- Mas é claro, como acha que amos? - eu respondi.
- Nessas condições?! Nem pensar, eu levo vocês! Bryan, avisa ao chefe que eu tive que sair mais cedo hoje! - ele gritou a última parte para um cara atrás do balcão e começou a nos empurrar para seu mustang preto.

Eu sei que pode parecer errado aceitar carona assim de um estranho e ele poderia estar querendo se aproveitar da situação, mas eu não estava em condições de me impor, além do mais, ninguém pareceu questionar sua atitude repentina.
- Espera, essa não é nossa casa! - eu disse quando paramos em frente a uma casa simples. Eu havia dormido durante a viajem, então não sei definir se durou muito ou pouco, além disso, nesse estado eu não tive como prestar atenção em que rumo o carro tomava, simplesmente segui.
- Eu sei, é a casa de Nick, meu amigo! Não vou deixar vocês sozinhas desse jeito! - ele disse já tirando Selena do banco de trás.
- Por quê se importa? Deixe-nos na rua, você nem nos conhece! - resmunguei, pois não queria, não gostava de homens decidindo por mim.
- Sei o suficiente para dizer que esse foi o primeiro porre de vocês, e eu não gosto de ver duas "certinhas" correndo risco de serem estrupadas por aí! - respondeu pondo Selena em seus braços e entrando na casa.
- Quem me garante que você e esse seu amigo não vão nos estrupar? - eu questionei quando ele já havia voltado e abria a porta do carro para me tirar do banco do carona.
- Eu garanto! - ele disse comigo já em seus braços.

Nos levou para dentro da casa de seu amigo, Nick. Ele nos deu um banho gelado e nos os para repousar em uma cama que havia no quarto e hóspedes. Selena parecia não ter conciência ainda do que fazia, pois não parava de rir feito boba.
Acordamos um pouco zonza, mas nos recuperamos rapidamente.
- Onde estamos? - Selena me perguntou, como eu previa, ela não tinha ideia do que acontecia a sua volta.
- Na minha casa! - Nick disse com uma expressão de reprovação no rosto - dormiram bem, senhoritas? Estão melhores?
- Sim, obrigada! - respondi já me levantando - onde está o rapaz que nos trouxe? Eu gostaria de agradecer e pegar minhas coisas que ficaram em seu carro! - Selena já calçava suas sandálias.
- Eu recebo os agradecimentos por ele e não sei quanto as suas coisas, pois ele apenas as deixou aqui e foi para casa! - Nick respondeu e eu arregalei os olhos de preocupação, afinal, meu diário estava em minha bolsa.
- Am...tudo bem...diga a ele que vá neste endereço e deixe minhas coisas tal como encontrou! - eu disse após respirar fundo e entregar-lhe um pedaço de papel com o endereço do condominho - ainda quero agradecê-lo por sua atitude bondosa! - Selena veio ao meu encontro, mas não disse nada - e agradeço a você também pela hospitalidade. Obrigada! - estendi minha mão a ele em cumprimento. Nick apenas riu e deu passagem para que saíssemos da casa. Do lado de fora me dei conta de que não estávamos tão longe do condominho, e que mesmo sem o dinheiro para o táxi, poderíamos ir andando, e assim fomos!

Próxima parte...

Pessoal, eu fiquei MUITO feliz com os comentários da primeira parte da fic, mas pensei que mais gente fossem comentar!
Não me entendam mau, só que eu valorizo bastante os comentários de vocês, tanto que faço questão de responder cada um deles, até os mais simples!
Tirei o teste de palavras só pra facilitar ainda mais pra vocês, se não estiverem gostando nem da fic que eu tava postando, nem dessa mini, podem falar, não me importo de começar outra, mas PRECISO saber a opnião de vocês!
Beijos pra todas! Até a próxima!;)

25 novembro 2012

Minific - I miss you (parte 1)


Nome da minific: I miss you
Música tema: The one that got away - Katy Perry
Autora: Thalya Santos
Temas: Romance / Drama 

"Um vazio...é isso o que eu sinto! Um vazio...
Todos esses anos eu tentei encontrar algo ou alguém que preencha o buraco que ele deixou em meu peito, mas nada adianta. Todos os dias eu pago o preço por pecados que cometi com ele, mas não mudaria nada...se pudesse tê-lo novamente comigo..."


23 de Novembro de 2045


Tarde de inverno, a família Lovato se preparava para celebrar o natal. Demi estava sentada em sua cadeira de balanço, olhando para janela, estudava as pequenas gotas de chuva que caíam livrimente e escorriam pelo vidro embaçado, arracavam um sorriso fraco de seu rosto enrugado enquanto suspiros eram resultados de lembranças de anos que passeavam por sua mente.
Marry: mamãe, preciso que me ajude com... - ela parou de falar quando viu a expressão que Demi trazia no rosto - a senhora está bem, precisa de algo? - perguntou se sentando na cadeira ao lado de sua mãe. Marry já tinha 34 anos, era casada e tinha uma bela filhinha chamada Dayla, esta possuía apenas 7 anos, mas era bem esperta e dava orgulho a Demi por chamá-la de neta -
Demi: preciso de alguém! - respondeu vaga e com o olhar distante. Então notou a preocupação da filha ao seu lado e uma pergunta ecoou em meio aos seus pensamentos - Marry, por acaso já lhe contei sobre seu pai? - ela balançou a cabeça negativamente - pois bem, já está mais do que na hora de você saber como você veio para este mundo! - Marry sorriu animada e se mostrou atenta para ouvir o que viesse - foi no verão, depois do ensino médio, eu estava saindo da escola no último dia de aula junto com Selena e nós estávamos rindo e conversando sobre o nosso alívio pelo ensino médio finalmente ter acabado...

Flashback on

- universidade, aí vamos nós! - comemorava Selena. Já havíamos passado no vestibular, faltava apenas nos mudarmos de vez para a faculdade, eu apenas ri, pois todos já olhavam torto para nós.
- Sel, estão olhando! - eu sussurrei, ela olhou em volta e depois olhou para mim e nós gargalhamos ainda mais alto. Selena sempre foi minha melhor amiga, e até então era a única pessoa em que eu confiava. Com 19 anos, eu já era maior de idade e como meus pais já haviam falecido à dois anos, eu dominava seus negócios, por tanto não precisava de nenhuma ajuda financeira.

Caminhamos até a saída e eu o vi pela primeira vez passeando na frente da escola em seu mustang. Sua expressão era séria, parecia concentrado na direção, eu achei isso extremamente sexy, e pelo que me pareceu, Selena também achou!
- com certeza é universitário! - Selena disse depois que o mustang virou a esquina.
- É, estamos fora de corgitação para ele! - eu disse rindo, mau eu sabia que aquele era o início de três meses que ficariam nítidos em minha memória pra sempre.
- Ah, que isso?! Quem sabe ele te dá uma carona pra faculdade! - Selena brincou.
- Aí eu te levo junto! - eu respondi.
- exatamente! Por que você é minha melhor amiga! - Sel concordou sorrindo - vai passar lá em casa hoje pra comemorarmos a liberdade?
- Ah, foi mal amiga, vou comemorar minha liberdade com um pote de sorvete e uma comédia romântica! - eu disse começando minha caminhada para casa com Sel ao meu lado. Eu não tinha necessidade nenhuma de ir andando, mas minha casa ficava somente a duas quadras e como Sel morava no mesmo prédio do condominho que o meu, era uma ótima oportunidade para conversarmos.
- Ah, não vai mesmo! Vamos encher a cara hoje, a ocasião merece! - Selena disse desviando do trajeto e indo em direção a um pequeno bar que ficava virando a esquina.
- O que está fazendo? - eu disse um pouco assustada com sua atitude, Selena nunca foi de se portar dessa maneira, quer dizer, ela nunca foi de desviar o caminho para ir a um bar onde ela não conhece ninguém.
- Comemorando! Venha! - Sel me chamou se sentando em uma das pequenas mesas dalí.

Próxima parte...

Gente, me desculpa mesmo pela demora para postar, é que houve um pequeno problema que agora eu resolvi, e está tudo bem!
Eu fico MUITO feliz em dizer que as vagas para afiliações esgotaram, sério, muito feliz mesmo, eu amo cada uma de vocês!
Sobre a enquete, deu empate triplo, então eu fiz um pequeno sorteio e quem tirou o papel foi a Sam ou Samyria( pra quem não sabe é a cretina da minha melhor amiga, agente se xinga assim mesmo!kkkkk) e deu o nome "my feelings", espero que estejam de acordo!;)
Essa playlist aí do lado é sobre a fic e cada música corresponde ao seu capítulo de mesmo número, então escutem a música 10 para ter uma prévia do que vai acontecer!:)é isso!bjs